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Archive for September, 2010

Objectivo Alcançado! Booya!

30 Sep

Tenho um artigo de 1 de Julho em que descrevi a experiência de começar a correr. Na altura fiz os 2 km do P1 em 14 minutos, e estabeleci como objectivo fazer o percurso em 10 minutos sem parar. A minha forma na corrida era de facto má, mas melhorou imenso. Fui treinando amiúde e até sofri umas mazelas por treinar demais. Antes de ir para férias já conseguia fazer o percurso à volta dos 11/12 minutos.

Nos entretantos comecei a praticar também bicicleta e voltou a época da natação. O que faz com que esteja a fazer à volta de 6 exercícios variados por semana. Depois de algum tempo a tentar a velocidade na corrida, decidi variar o treino e virei-me para a resistência. Já consegui fazer um total de 8.8 km (P1 + P2 + P1 invertido + P2 invertido) em cerca de uma hora.

Depois da fase de treinar resistência, ontem voltei à carga na velocidade, e fui ver em quanto tempo conseguiria fazer os 2 km do P1. E consegui o meu objectivo! Consegui fazer em 9m54s! Hurray! Sem dúvida uma boa indicação para as provas que se avizinham. Foi uma evolução considerável em apenas 3 meses.

 

Provas em Agenda

29 Sep

Depois de alguns meses a correr e a fazer bicicleta está na hora de começar a pôr à prova a minha evolução. Já andava com o bichinho do triatlo há algum tempo, e eis que surge a oportunidade: próximo dia 10 de Outubro vou participar no Triatlo do Estoril, na categoria lazer. É um percurso muito soft, com 300m de natação, 11.1k de bicicleta e 2.1 km de corrida. É metade da distância sprint. Penso que será pacífico, e o objectivo principal será aprender como funcionam estas provas, as transições, etc.

Mais a sério serão os 10 km da Corrida do Tejo em que também já estou inscritou, a decorrer em 24 de Outubro. Já participei uma vez na corrida da ponte to tejo, mas há muitos anos. Esta prova vai ser mais a sério e vai servir para medir a minha evolução. Já consigo fazer 8.8 km no circuito da boba em cerca de 1h, pelo que penso que será acessível, já que o percurso da boba tem uma altimetria bastante complexa.

 

A Problemática dos Professores

28 Sep

Todos os anos há a controvérsia dos professores. Penso que deve ser das poucas profissões em que as pessoas saiem da escola e o estado tem a responsabilidade de as empregar. E se não o faz há as queixas e manifestações do costume. Ironicamente penso que o que mais prejudica os novos professores é exactamente as condições que os professores têm. Passo a explicar: normalmente, num cenário ideal, um trabalhador recebe conforme o seu rendimento. Há casos e casos, é certo. Mas quando temos uma pessoa que não rende numa entidade privada, então a responsabilidade é dos patrões e da empresa. Quando se fala das escolas, a responsabilidade é sempre do estado, que tem os bolsos largos.

Imaginemos que se abre uma escola e entram 10 educadores, cada um numa sala com 10 miúdos. Entram sem ganhar muito, mas daqui a 10 anos, com os mesmos 10 miúdos por educador, eles já vão ter um aumento tabelado considerável, e se calhar estão a ganhar 1.5 do que estavam a ganhar. O problema, é que eles rendem a mesma coisa, têm os mesmos 10 miúdos, que têm os pais a pagar praticamente o mesmo. E isto é um grande rombo nas finanças do estado.

Para uma instituição normal, isto é uma situação incomportável! De um ano para o outro podem ter um aumento significativo de encargos salariais, sem terem alterações significativas na sua facturação. Daí todos os problemas que o estado está a ter neste momento com os professores. Temos muitos professores com muitos anos de casa, a receber demasiado bem, sem fazerem o necessário para render esse dinheiro.

Então vêm os cortes nas entradas e o trabalho precário para os jovens. O estado, cheio de dívidas e problemas, e em época de crise, não pode estar hoje a pôr mais 1000 pesosas no quadro, para daqui a 10 anos ter um aumento substancial do custo dessas pessoas. O mesmo sindicato que criou o tacho para os da casa, prejudica gravemente as entradas.

Depois há as avaliações… Por forma a atenuar os encargos com os professores que já estão no quadro, foram criadas as avaliações. Só avança no escalão quem tiver nota X. Então, conforme orçamento, abrem N vagas para subida, e todos os outros são corridos a nota baixa, para se manterem no mesmo escalão. Aqui nascem mais injustiças, mais intrigas, mais cunhas. Mas qual é a outra opção? Eu sei que para os interessados, interessa muito este tacho. Mas se formos ver a situação do ponto de vista do país, é algo que não pode ser suportado.

Em relação a este assunto só gostava de deixar mais uma nota: todos nós estudantes sabemos que há bons professores e maus professores. Há professores com vocação e gosto, e há professores que só estão a dar aulas porque não encontram trabalho em mais lado nenhum, ou porque querem é o tacho. Infelizmente não é fácil detectar estas situações sem recorrer à opinião dos alunos, que muitas vezes é facciosa.

 
 

Qual a melhor universidade?

27 Sep

Aparentemente surgiram uns estudos internacionais que pontuam e categorização todas as instituições de ensino superior do mundo (ou algo do género). Naturalmente fui logo ver em que lugar estava o meu ISEL, que foi onde estudei e nem o vi por lá. Não sei se é por não estar no super top, ou se foi nabice minha.

Depois comecei a pensar na utilidade deste ranking. Quando começo a enumerar as pessoas mais competentes com quem já trabalhei, não há uma escola que venha ao de cima. São de institutos diferentes, universidades diferentes, e alguns nem sequer têm um canudo. Quando era jovem pensava que se ligava muito às escolas, mas perdi logo essa impressão na minha experiência com CVs. Nunca ninguém viu que nota eu tive, nem muito menos em que escola estive.

Isto não quer dizer que eu não ache a escola importante. Eu prezo a formação que tive no ISEL, foi importante para eu ser o profissional que sou hoje. Se vir alguém do ISEL sou capaz de lhe dar mais valor à priori, pois sei o que ele passou para conseguir fazer o curso. Se vir pessoas de outras universidades, isso já não me diz nada. O facto é que quando avaliamos alunos, há muito mais que a vertente técnica a considerar. Como já cá disse outrora, o primeiro objectivo de uma universidade deveria ser incutir aos seus alunos o gosto e a vontade de querer sempre mais. Saber sempre mais. Mais importante que o aluno sair da escola muito bom tecnicamente, é um conjunto enorme de coisas. Coisas estas que podem ser adquiridas na escola ou não.

Por isto tudo me parece que este estudo é mais para inglês ver. Mais para as universidades lutarem por exposição. No livro Rework (ou era no Freakonomics?) falam lá de uma estatística muito mais importante: grande parte dos CEOs das empresas na América não eram os melhores dos melhores da sua turma. Eram médios. E agora são eles os líders.

 
 

Como distinguir os mergulhadores?

26 Sep

Este aqui sou eu. Apesar de ter um fato e colete escuros, tenho umas barbatanhas amarelo berrante e uns óculos azul bebé também berrantes. Ainda assim um dos meus buddies disse que me reconhece lá em baixo porque tenho uma mão com luva e outra sem luva. Na verdade até faz sentido, lá em baixo todos parecemos iguais e todos temos barbatanas berrantes, pelo que isso não distingue.

Esta minha panca com as luvas tem uma explicação. Eu, tal como muitos mergulhadores provavelmente, não sou muito ágil a equipar na parte final. Falo de colocar o colete com garrafa às costas e colocar as barbatanas. São duas tarefas que envolvem força e agilidade, e o fato não ajuda nem numa nem noutra. Eu sempre usei as duas luvas, mas houve um certo mergulho em que o meu buddy usava esta estratégia. E eu adoptei-a logo. A ideia é ter uma mão nua para ajudar a equipar, pôr barbatanas, computador, etc. É uma mão onde temos sensibilidade. A outra mão leva a luva porque lá em baixo às vezes temos de tocar em algo, e eu prefiro não tocar em coisas desconhecidas com a mão nua. Está explicado eu levar só uma luva.

Quando à distinção, o nosso monitor da Espírito Azul, nas férias dos Açores, tinha uma táctica engraçada. Prendeu na parte de cima do colete um pato de borracha. Quer dizer que ele anda sempre lá em baixo com um pato de borracha a tentar boiar, e é muito facilmente detectado. Também tenho de comprar algo do género para o meu colete, mas não um pato de borracha… terá de ser algo mais másculo. Mas que condiga com a minha máscara.

 
 

Resumo das Férias nos Açores

25 Sep

Depois de 14 artigos sobre as férias nos Açores, está na hora de compactar tudo num resumo. Foram uma férias muito boas e penso que deixo no blog muitas recordações para mais tarde visitar.

Dia 1

Tivemos avião já tarde, e era uma das preocupações, pois tinha medo de chegar já de noite e de ter problemas de logística. Felizmente correu tudo bem, o avião não se atrasou e a viagem foi agradável. Foi a primeira vez que a minha mana andou de avião, e estava muito nervosa, como normal. Eu, já começo a ficar habituado e foi apenas mais uma viagem, até porque já consigo controlar facilmente a dor de ouvidos quando ando de avião.

Quando chegámos pedimos táxi para ir para a Pousada da Juventude. Gostei muito do alojamento, os quartos são simples, mas têm tudo o necessário. Os WC também são médios e até podemos ter acesso à cozinha. Direi que a relação preço-qualidade foi das melhores que já apanhei.

Após deixarmos as malas na pousada fomos dar uma volta a ver o que havia lá por perto. E a 5 minutos tinhamos o Centro Atlântico, um centro comercial com tudo o que temos por cá, inclusivé o modelo.

Dia 2

O dia seguinte começava logo de manhã, já que tinhamos de estar às 8 horas em ponto à porta da pousada para sermos apanhados por aquele que haveria de ser o nosso monitor de mergulho do Espírito Azul: o Nélio. Lá fomos com o fardo do equipamento às costas. Soubemos mais tarde que poderiamos deixar o equipamento nas instalações da Espírito Azul, o que foi espectacular para nós, pois poupou-nos imenso trabalho.

O primeiro mergulho foi à Baixa das Castanhetas.

De tarde não tinhamos nada programado, mas ficámos a saber que lá ao pé de Vila Franca do Campo havia o Ilhéu de Vila Franca do Campo. O Nélio aconselhou-nos a levar o snorkel, e nós lá levámos, sem saber bem para onde iamos.

Inesperadamente o ilhéu foi um dos pontos de interesse dos Açores de que mais gostei. Vi mais vida nesta pequena baía onde a água nos dava pela cintura, que em muitos mergulhos.

Dia 3

Este dia estava todo reservado para o mergulho. Tinhamos agendados dois mergulhos e fomos mergulhar ao Ilhéu Este e ao Ilhéu Oeste. Foi um dia complicado e muito cansativo porque apanhámos mar muito mau. Foi a primeira vez que vomitei, e ao final do dia estavamos todos KO.

No dia seguinte iamos ter folga de mergulho, e ainda aproveitámos de noite para ir experimentar o cinema, onde vimos os Expendables. Um filme de acção mindless. Também não iriamos conseguir consumir muito mais que isto.

Dia 4

Ainda meio zonzos do mergulho do dia anterior, este era o primeiro dia em que iamos à aventura conhecer a ilha. Após alguns atritos conseguimos um guia com camioneta para nos levar. Fomos visitar a Lagoa do Fogo, a Fábrica de Chá, a Fábrica de Cerâmica e a Caldeira velha.

Sem dúvida que foi um dia em cheio. Ao almoço fomos ter a primeira refeição regional, onde eu provei moreia frita. Aconselho!

Dia 5

Após o dia de descanso do mergulho, restáva-nos o último dia de mergulho onde iriamos ter os dois últimos mergulhos. Confesso que não estava com vontade nenhuma, depois da tareia que levámos no dia anterior de mergulho. Mas tivemos sorte que o mar esteve muito calmo, e acabou por ser mais um dia em cheio. Fomos mergulhar aos Cabeços do Ilhéu e à Baixa das Cracas.

Dia 6

Acabada a visita debaixo de água, restava conhecer os restantes pontos de interesse dos Açores. Neste dia eramos para ir ver a Lagoa das Sete Cidades, mas a caminho apanhámos muita chuva e mau tempo. Decidimos então dar a volta e visitar a parte nordeste da ilha. Fomos então às famosas furnas para comer o famoso cozido.

A viagem foi o mais chato, já que era relativamente longe, e sempre por estradas secundárias. Neste percurso parámos em vários miradouros. A certa altura já estavamos saturados de ver tantos miradouros…

Dia 7

Tinhamos agendado ir ver a Gruta do Carvão nesta manhã, e até fomos até lá. Mas nem os vinte minutos que passámos a andar convenceram a monitora a aceitar-nos. Aproveitámos então para ir visitar uma corveta da marinha Portuguesa, onde estava uma pessoa amiga, que nos fez visita guiada. De tarde lá arriscámos e fomos até à Lagoa das Sete Cidades. Tivemos sorte e conseguimos ver o que queriamos.

Dia 8

No último dia antes da partida, estavamos muito satisfeitos com a viagem. Já tinhamos percorrido a maior parte dos pontos de interesse, mas ainda nos faltava preencher um dia. Aproveitámos uma promoção da pousada e fomos ver baleias. Não vimos baleias mas vimos muitos golfinhos.

De tarde aproveitámos e finalmente conseguimos ir visitar a Gruta do Carvão.

Dia 9

No último dia sentiamos que voltávamos ao continente com dever cumprido. Já estava com aquele misto de querer mais e estar satisfeito, mas estar com saudades de casa. Este dia passámos por Ponta Delgada, a fazer tempo até chegar a hora de ir para o avião. Mais uma vez correu tudo bem e sem atrasos. A única queixa são os 9€ de táxi que pagámos tanto à ida como à vinda, para fazer menos de dois kilómetros.

No Final de Contas

Foi uma viagem à grande que valeu bem o dinheiro. Adorei ver os Açores e conhecer um pouco daquilo. De conhecer pessoas novas e estar em pontos tão lindos. O Nélio: nosso monitor de mergulho, que nos proporcionou momentos muito engraçados, o senhor das queijadas da vila com quem trocámos algumas conversas, que nos envergonhou ao dizer que com 60 anos mergulha a 30 metros apneia, e que chegou a mergulhar com Jacques Cousteau. As meninas da pousada sempre muito divertidas. Os pratos típicos, sempre cheios de pimenta da terra. Enfim, conhecemos locais e gente interessante. E isso vale sempre a pena.

Mas houve algo que não fizemos e que sinto que ficou a faltar. Algo que um dia que volte aos Açores terei de fazer, e isso são os seus trilhos pedestres. Melhor que estar a ver sítios lindos como a Lagoa do Fogo cá de cima, deve ser andar a passear no meio de toda aquela natureza. Ficámos todos desapontados por não termos tido oportunidade de o fazer, e ainda mais quando vimos alguns panfletos de trilhos brutais.

 
 

Gruta do Carvão, Açores

24 Sep

Eu nunca tinha ouvido falar da Gruta do Carvão, mas fiquei a conhecer logo no aeroporto no ponto de turismo. Tinha mesmo muito bom aspecto e marcámos logo na agenda para a visitar. Ainda lá chegámos a ir uma manhã, mas eles não fazem visitas de manhã, e nós interpretámos mal o panfleto (acabámos por ir antes ver a Corveta).

Conseguimos um outro dia, mas já também fora de horas. Por favor a monitora lá nos levou em horário extra. Foi diferente do que estava à espera… esperava andar uns kilómetros por entre grupos, esperava que fosse um passeio de aventura. Em vez disso são 40 minutos em que 30 minutos é a ouvir a monitora a relatar tudo desde a história das ilhas à história da gruta. Gruta em si devemos ter visto uns 20 metros. Não é que a lenga lenga não tivesse interesse, mas estava à espera de outra coisa mais a sério. Em vez disso, fez-me lembrar as visitas de estudo quando andava na escolinha.

 
 

Prenda: ModNation Racers

23 Sep

No outro dia a minha babe deu-me uma prenda. Foi completamente inesperado, não foi em nenhuma data relevante, nem fiz nada de especial. Ainda assim já a tinha chateado com um jogo há uns tempos, e ela resolveu fazer-me a surpresa. É complicado comprar prendas para homens, e eu não sou excepção. Aliás, se calhar ainda sou pior que os outros, porque raramente quero ou preciso de alguma coisa. Desde que tenho autonomia nas minhas finanças que me habituei a comprar o que quero, sem ter de esperar por aniversários ou o natal.

E nem é que compre muitas coisas… mas quando começo um hobbie, nunca tenho grandes dificuldades em comprar o que preciso  (ver por exemplo os aquários ou a bicicleta).

Foi ainda mais surpresa porque não estava a contar com ela. Ela queixa-se, e com razão, que eu detecto sempre facilmente  o que me vão dar, então ela já se habituou a fazer trinta por uma linha para eu não detectar nada. Desta vez conseguiu a 100%.

O jogo é ideal para mim: muito rápido, muito divertido, e dá para jogar com quatro amigos ao mesmo tempo. Adorei!

 

Golfinhos nos Açores

22 Sep

Ir aos Açores pode significar ir ver baleias e golfinhos no seu estado natural. Estas actividades não nos agradaram muito pois eram carotas (~50€) e não havia certezas de ver animais. E se os vissemos teria de haver uma distância de 50 metros. Ou seja, foi algo que pusemos de lado. Ainda assim tinhamos uma manhã livre e a pousada tinha um negócio com um desconto significativo para ir ver as baleias. Penso que era à volta de 30€. Então aproveitámos.

Ver baleias deve ser uma sensação de respeito, e nós ficámos entusiasmado em ir à procura delas. A viagem foram cerca de duas horas, e passado 40 minutos a andar de barco sem ver nada, já estavamos a pensar que iamos ter pouca sorte.

Não demos com baleias mas vimos vários grupos de golfinhos, três para ser exacto. E vimos grupos bem grandes, foi um espectáculo! Não conseguimos foi ver as baleias, mas pronto, ficará para outra oportunidade. O importante é que valeu o dinheiro.

Aqui está um vídeo que consegui fazer, que demonstra uma parte do que vimos:

 
 

Carta Aberta aos Gajos dos Créditos

21 Sep

Gostaria de deixar aqui uma carta aberta aos directores dos serviços de créditos que nos andam sempre a chatear, por telefone, mail ou cartas, com propostas de novos créditos rápidos.

Yo-dog,

Venho por este meio pedir que vossa excelência se digne a não me chatear mais com a porcaria dos créditos rápidos! Não estou, nem nunca vou estar interessado nesse tipo de serviços à xulo que vocês usam para espremer ainda mais as familias.

Ainda mais comunico que quando me contactam não estou interessado em fazer uma viagem, em trocar a mobília ou em comprar um carro novo. Se estivesse, não iria recorrer aos vossos serviços, pois há alternativas muito melhores.

Pedia então que parassem de me mandar tanto lixo, e que o dinheiro que gastam em papel, correios e chamadas, me fosse depositado na conta. Assim seria muito mais útil pois ia ficar a gostar mais de vocês, e ainda vos ia aconselhar aos meus amigos.

Sem mais, assim me despeço

E pronto, é só isto que tenho a dizer.