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Archive for February, 2011

Corrida da Árvore 2011

28 Feb

Ontem fui à minha primeira prova de 2011, a Corrida da Árvore. Além de ser a primeira prova deste ano, era supostamente para ser a primeira prova de corrida em piso misto. Andei até com medo durante a semana que chovesse e tivesse direito a lama. Mas correu tudo bem, esteve um dia lindo, temperatura ideal para a prática de desporto e foi uma prova muito boa. Nada como uma corridinha de 10km num domingo de manhã para encher os pulmões de oxigénio.

Em termos de percurso, foi sempre por estrada e andámos às voltas em Monsanto. Penso que foi a prova com percurso mais complicado que já fiz, já que tinha várias subidas de respeito. Nem a São Silvestre da Amadora tinha tantas subidas. Tinha uma complicada ao início mas o resto era praticamente rolar. Esta teve subidas ao início, no meio e no final.

Fiz 55m23s, que ficou aquém dos 53m55s da São Silvestre da Amadora. Talvez o percurso o justifique. Ainda assim acabei a prova a sentir que podia ter puxado mais. Não acabei com fraqueza como me aconteceu no Tejo e fiquei mesmo arrependido de não ter puxado bem mais.

Próximos objetivos: fazer os 10 km em menos de 50m e experimentar uma meia maratona.

PS: Como oferta recebeu-se um pequeno pinheiro. Estou a pensar investigar para ver se o posso tornar num bonsai. Veremos…

 

O meu primeiro jogo na Luz

25 Feb

Tive a oportunidade de ir ver o Benfica 2 – 1 Estugarda na semana passada. Apesar de ser benfiquista nunca tinha ido à Luz ver um jogo do Benfica. Já tinha visto jogos da seleção, do FC Porto e do SCP. O Benfica é que me ia deixando mal, começou a perder numa primeira parte muito fraca. Mas a segunda parte foi bem melhor. O ambiente no estádio é sempre uma coisa do outro mundo, e a Luz é sem dúvida um estádio espetacular.

Algumas notas sobre esta experiência:

  • É engraçado ver os benfiquistas a reclamar por tudo com o árbitro. Até podia acontecer um jogador cair sozinho que se levantariam logo todos a gritar penálti.
  • Poucos se devem ter apercebido que num jogo da UEFA com árbitros estrangeiros, eles não percebiam nada dos insultos que lhes eram dirigidos. Isto até haver um que lá gritou um fucking asshole.
  • Há pessoas que vibram demasiado com o futebol. Mas mesmo demais.
  • O estádio estava muito bem composto. Não vi crise naquele dia.
  • Mesmo em ambiente aberto como é o estádio, ter pessoas ao lado, à frente e atrás que fumam, incomoda bastante. E ainda incomoda mais ver que essas pessoas reparam que incomodam e não se importam.
  • Estive na 3ª fila, bem perto do relvado. Prefiro algo mais acima, mas foi engraçado experimentar. Fiquei ao pé de um miúdo histérico que estava sempre a gritar e que no dia seguinte não deve ter voz. E fiquei atrás de uma loira treinadora de bancada que estava sempre de pé a pedir substituições. Mesmo quando já não se podiam fazer mais.
  • O segundo golo, foi uma bola duvidosa. Apesar de haver um árbitro só para ver se ela entra, ia ficando um golo por marcar. A tecnologia tarda a chegar a futebol.
 
 

Os Alunos e a Wikipedia

24 Feb

Há uns dias vi uma discussão na Antena Aberta onde se falava no mal que faz a Wikipedia aos alunos. Que eles agora facilmente chegam à internet, copiam conteúdo e têm os trabalhos prontos. Que antes com as bibliotecas era diferente. Não sei bem como a wikipedia é diferente de uma biblioteca, já que os alunos também podem procurar coisas em livros e depois copiar. É o mesmo processo, mas bem mais moroso.

Acho caricato ver que uma fonte de conhecimento público e tão vasta como a Wikipedia seja apontada como malefício nas escolas. Especialmente porque eu fiz um curso em que 85% das cadeiras eram com consulta. Eram cadeiras que priviligiavam o conhecimento em vez de memorização.

Penso que o objetivo dos trabalhos e testes deviam sempre passar por isto mesmo: o aluno não tem de decorar vários factos, tem de os conhecer e saber relacionar. Muitas vezes basta pedir para o aluno incluir a sua opinião ou relacionar coisas que à partida não têm uma associação direta, para poder ver na resposta se o aluno investigou e compreendeu a matéria. Será sem dúvida muito mais complexo de elaborar enunciados, mas não seria preferível?

 
 

Ampulária Dourada

23 Feb

Numa altura em que consigo ter o meu aquário equilibrado e sem grande sujidade de algas nos vidros, decidi adquirir um animal que já andava a namorar há algum tempo: uma Ampulária Dourada.

Os caracóis do meu aquário andam a fazer um excelente trabalho de limpeza, mas confesso que não gosto muito deles porque são muito pequenos. Um adulto anda à volta de 1 cm, e a maior parte são mais pequenos. Presumo que a luta pela comida faça com que apenas alguns consigam chegar a adultos.

O objectivo da ampulária é contribuir para a equipa de limpeza, além de dar um toque estético interessante ao aquário. São animais muito resistentes e têm a particularidade de ser anfíbios, o que significa que devem estar em aquários fechados, caso contrário podem ir dar uma volta pela casa.

Quando a colocámos no aquário, ficámos um pouco preocupados. Não fizemos o ciclo de adaptação e a ampulária ficou umas belas horas fechadas na casca. Cheguei mesmo a ficar preocupado que com esta asneira lhe tivesse acontecido alguma coisa. Mas aparentemente era só timidez e já anda toda contente pelo aquário.

 

A minha cara de bandido

22 Feb

Já começo a estar habituado a ser mandado parar pela polícia. Presumo que devo ter um carro propenso a atividades ilegais. Ainda assim desta vez foi memorável. Vinha eu já de noite na Póvoa de Santa Iria quando sou mandado parar. Lá passo os meus documentos e a carta verde. O agente começa a fazer-me algumas perguntas estranhas.

Agente: Você tem algo no carro que o incrimine?

Eu: Não.

Agente: Sim ou não?

Eu pensava que até tinha cara de bom rapaz. Mas talvez por estar com a barba grande e quiçá de olheiras ele ficou desconfiado. Entretanto chega o colega dele a dizer que a carta verde que eu lhe dei é de 2009. Aqui a culpa é minha que ainda tenho as coisas desorganizadas. Comecei a procurar já um bocado nervoso com medo de não a encontrar. Presumo que ele tenha encarado o meu nervosismo como se eu estivesse a esconder algo. Depois disse que ia fazer um telefonema. A ideia era ligar à minha mais que tudo a perguntar onde ela tinha arrumado a carta verde. Mas ele deve ter pensado que eu ia ligar para o advogado.

Começou então a bateria de perguntas, algumas delas feitas várias vezes:

  • Você fuma alguma coisa?
  • Você tem algo que o incrimine no carro? Se tiver é melhor dizer agora, estou já a avisar!
  • O carro é seu? De certeza?
  • Já alguma vez teve problemas com a polícia? Seja sincero!

Aqui já começava a pensar que ele estava a implicar, principalmente porque os meus documentos respondiam a algumas das perguntas. A certo ponto pede-me para sair do carro para ser revistado. Eu saio e ele pede-me para esvaziar os bolsos. Para aumentar o fator cómico da cena, eu tiro o telemóvel e… um canivete que costumo ter. É algo que uso para brincar e alimentar o meu bicho carpinteiro. É um canivete porta-chaves, mas ele torceu o nariz.

Depois pediu-me para abrir todas as bolsas do meu bat-cinto. Eu ando com um cinto à tiracolo onde tenho a carteira, as chaves do carro e de casa e o telemóvel. Ele também achou o cinto muito suspeito. “Então você usa isso para quê? Só para as chaves?” Depois de eu lhe mostrar tudo ele passou para o carro e viram tudo, sempre com o cuidado de me pedir para estar a ver. E sempre a sublinhar que se eu tivesse alguma coisa que era melhor dizer já.

Quando acabaram, perguntou-me: mas você é de onde mesmo? Ao que respondi que era da Amadora. Pimbas, voltou a revistar tudo uma segunda vez.

O que vale é que ele não perguntou o que eu tive a fazer durante o dia, se não ia ter de dizer que passei o dia a matar gajos, bichos e coisas esquisitas com as minhas armas favoritas: rocket launcher e shotgun.

Todo este processo durou cerca de 15 minutos. Quando já vinha para casa perguntei-me se ele me podia revistar assim, ou se ando a ver filmes a mais, daqueles em que é preciso um mandato judicial. Ainda assim, mesmo que fosse, mais vale alinhar, já que eu não tenho nada a esconder. Mas fiquei a pensar no poder que a polícia tem.

O pior disto tudo é que ao sair do carro deixei cair o telemóvel, que ficou com o ecrã todo partido. Oh well…

 
 

A minha empresa é dona do que faço fora de horas?

21 Feb

Passou-me no radar um artigo muito interessante, em que um americano pergunta se o que ele faz nos tempos livres é dele ou da empresa. A resposta parecia-me óbvia, mas aparentemente as coisas não são tão simples como eu pensava, pelo menos nos Estados Unidos onde há umas coisas chamadas patentes. Ora, do meu ponto de vista, a empresa paga-me para trabalhar 8 horas por dia. Tudo o que faço fora dessas horas é meu e eles não têm nada a ver com isso. Eu posso trabalhar horas extra para a empresa, mas tudo o que fizer nessas horas extra é naturalmente da empresa. O problema desta abordagem é que as empresas se podem meter em sarilhos. Imaginemos os seguintes cenários:

  • Eu fiz 10 produtos para uma empresa num ano, como empregado. Ao final do ano processo a empresa porque digo que 5 dos produtos foram pensados e elaborados no meu tempo livre. Problemas para a empresa…
  • Eu saio da empresa e começo uma nova, concorrente, exatamente na mesma área. A empresa pode alegar que investiu tempo e formação em mim.

Por estas coisas as empresas tentam defender-se com cláusulas no contrato que tentam impedir certos cenários. Penso que a maior parte das vezes é somente para proteger a empresa de ataques diretos, e que a empresa não vai chatear o empregado que faz umas coisas por fora ou que saiu para começar uma empresa. Ainda assim é algo que se existe há que ser considerado.

Cá em Portugal nunca me passou pela cabeça este tipo de problemas. Mas não deixa de ser interessante ver o ponto de vista das empresas no contexto dos Estados Unidos em que, ainda por cima, as leis mudam de estado para estado.

Penso que o principal é haver uma relação de confiança e honestidade com a entidade empregadora. E se não houver uma relação honesta, mais vale procurar outro empregador.

 
 

Entrada: Ovos Mexidos com Farinheira

18 Feb

Depois de fazer tantas vezes a entrada de cogumelos com linguiça, decidimos que desta vez tinhamos de variar. Então surgiu a ideia de uns ovos mexidos com farinheira.

Primeiro comecei por lavar as farinheiras e colocá-las numa panela a cozer. Não foi preciso temperar. Distrai-me um pouco e uma delas até arrebentou, mas não foi problemático, já que escoei a água e consegui aproveitar tudo. Depois de cozidas, deixei arrefecer um pouco.

Quando já estavam mais frias foi altura de extrair todo o conteúdo das farinheiras e reservei num recipiente. Peguei nuns quantos ovos, parti-os e mexi-os.

Levei os ovos mexidos ao wok e quando estavam quase prontos misturei a farinheira. Depois foi só mexer e misturar tudo e estava pronto. Acompanhámos com pão quente feito em casa, desta vez com pão de alho. A entrada ficou super bem e fez sucesso. Tanto sucesso que até deu a impressão que bastava o almoço ser esta entrada mais o pão que os convidados iriam ficar satisfeitos.

 

Os meus escalares numa postura

17 Feb

Isto foi inesperado… realmente tínhamos reparado um dia antes nos dois escalares a picar uma zona do filtro. Nem sabia que já eram um casal, que já estavam em idade de reprodução e que iam começar uma postura. No dia seguinte reparo e estão vários ovos no filtro, com ambos a tratar deles. Primeiro ia um a pôr os ovos, depois o outro fecundava, e após essa rotina iam espantar todos os outros peixes.

É um cenário muito engraçado sem dúvida. Especialmente vê-los a espantar todos os outros peixes, até os mais dominantes, ninguém passava. Aproveitei também e consegui tirar um vídeo.

Não sei até que ponto o nosso aquário comunitário será um ambiente seguro e saudável para que estes peixes se possam desenvolver. Vamos estar atentos e tentar ajudar no processo, mas o certo é que será a lei do mais forte.

PS: No dia seguinte já não havia ovos… Mas os pais continuaram  a proteger o território, e a sondar a zona dos ovos. Realmente os animais são uma coisa espectacular.

 

Ambiente de Trabalho Online

16 Feb

Aqui há uns tempos um amigo avisou-me para ter cuidado com os backups. Acontece por vezes o computador ou o disco de um computador deixar de funcionar. E acontece também que se pode perder informação relevante e importante, como trabalho, fotos, documentos, etc. Se não tivermos uma cópia noutro local, pode ser complicado recuperar essa informação.

Comecei então a analisar a minha situação e reparei que eu não tenho quaisquer problemas locais, pois uso tudo online.

Office e Documentos do Office

Há anos que não tenho um Office instalado. Uso sempre o Google Docs para as minhas coisas. Serve perfeitamente, nunca lhe senti limitações e permite colaboração online de forma deveras útil. Reconheço que o Google Docs pode não permitir tantas coisas como um Office cliente, mas sinceramente não sinto falta de nada. Por vezes recebo ficheiros de Office para ver. O Gmail é porreiro porque permite logo ver o documento convertido para Google Docs, daí não sentir falta e já nem me lembrar que tinha o office.

A outra grande vantagem é que todos os documentos ficam armazenados no Google. Quer dizer que se o meu computador estoirar tenho lá tudo na mesma. Também quer dizer que em qualquer lado que esteja posso aceder aos meus documentos.

Fotos

Quem já não ouviu o caso do casal que tinha todas as fotos do bebé num disco e depois ficou sem o disco? Para armazenar as fotos eu uso o Picasa. Normalmente uso a aplicação online para ver, mas para carregar uso a aplicação cliente que eles têm, que permite logo baixar a qualidade das fotos se for necessário. Eu pelo menos nunca vi grande utilidade em ter 1000 fotos com 10 Mb de cada vez que vou de férias. Dá jeito ter algumas fotos grandes se as quisermos imprimir, mas a maior parte é só para mais tarde recordar. Eu faço essa triagem e envio tudo para o picasa. A maior parte dos álbuns são privados e dou acesso à família e amigos. Junta-se o útil ao agradável.

Posso mais tarde ir buscar todas as fotos para qualquer computador se assim o quiser.

Dropbox

Comecei a usar esta aplicação há pouco tempo mas já estou fã. A ideia é ter uma pasta no nosso computador que é automaticamente atualizada online e noutros computadores que tenhamos configurado. Isto para backups de ficheiros é super jeitoso. O meu sogro tem uma aplicação de faturas e tinha de fazer periodicamente backup de ficheiros para uma pen. Escusado será dizer que já não os fazia há meses. Instalei a dropbox e agora além de ter réplicas dos ficheiros ainda tem histórico.

Isto para quem ficheiros de trabalho/office no PC, penso que é algo que não pode dispensar.

Séries e Filmes

Ter vários discos externos ou vários DVDs com séries e filmes é algo comum nos dias de hoje. Eu antes ainda guardava tudo, mas nos dias de hoje já vejo as coisas e apago logo. Se por ventura quiser ou precisar de ver novamente saco-o de novo. Com as velocidades que temos, a internet passou a ser o meu disco externo.

Software de Gestão de Versões

A maior parte das pessoas deve desconhecer este conceito. No meu trabalho eu uso muito ficheiros de texto e sempre que faço alguma coisa envio para o gestor de versões. Estes programas permitem gerir as várias versões passadas, presentes e futuras. Estas aplicações de gestão também são online, pelo que se perder o meu computador, tenho tudo salvaguardado que no servidor central quer nas réplicas dos meus colegas de trabalho.

O que tenho de ter no Computador

Tenho muitas coisas online, mas também tenho de ter no computador várias coisas, quanto não seja a instalação de várias aplicações. Isto é o mais chato, e normalmente não dá para safar. Se eu perder o computador vou mesmo ter de perder tempo a configurar tudo de novo. Há aplicações que se podem meter na dropbox, mas outras nem por isso. Ou porque são grandes de mais ou porque precisam mesmo de ser instaladas. Ainda assim é um mal menor, pois é só uma questão de tempo até conseguir repor tudo isso.

As Desvantagens deste Ambiente

Penso que ninguém nega as vantagens deste ambiente online. Mas há que sublinhar também a sua principal desvantagem: ser online. Isto quer dizer que se por ventura eu estiver num sítio sem internet ou me falhar a internet em casa, fico sem acesso a várias coisas que podem ser importantes. Eu trabalho em casa e já me aconteceu haver falhas de serviço internet. Como até tenho as ferramentas de trabalho instaladas, ainda consigo prosseguir, mas com várias limitações.

Apesar de tudo, mesmo com esta desvantagem, não tenho dúvidas em preferir este ambiente online.

 

Acabei o curso mas não sei fazer nada!

15 Feb

Este artigo vem no seguimento de uma troca de ideias muito interessante que me passou no radar: I’m graduating with a Computer Science degree but I don’t feel like I know how to program. Pergunto-me quantos licenciados é que passam por este dilema. Principalmente os novos licenciados que fazem um curso em três anos e são atirados ao mercado de trabalho. Eu ainda me recordo do meu primeiro trabalho: estagiário uma empresa recém-criada, mas que hoje é bem grande. Na altura o meu manager disse-me algo que me ficou gravado na memória:

Sabes que o mercado de trabalho é mais simples que aquilo a que estás habituado no meio académico. Aqui não se fazem processadores à mão, não se desenvolvem sistemas operativos multithreading em linguagens baixo nível, nada dessas coisas.

É um trabalho normalmente mais enfadonho que desafiante.

Olhando para trás, esta descrição assenta como uma luva em 75% da minha experiência profissional. Na verdade eu sempre tive a mania que era muito bom e por isso não me preocupava em não estar preparado. Quem tem estes medos tem de perceber uma coisa: ninguém espera que eles façam milagres. Ninguém espera que uma pessoa nova entre num projeto e o domine todo. Um google e um facebook são feitos por equipas grandes. Não é o fulano que começou o projeto que sabe fazer aquilo tudo e compreende todos os componentes das suas aplicações. É o divide to conquer. São criadas várias mini equipas, cada uma com a sua responsabilidade. E quando alguém entra numa destas mini equipas têm formação no que vai fazer, nas ferramentas que há de usar.

O importante é mão ficar acomodado a um determinado cenário. Porque aí sim começamos a ficar para trás. É importante que periodicamente sejamos sujeitos a novos desafios. Aprender coisas novas além de ser motivante contribui para que não fiquemos presos no passado.

Em suma, o meu conselho para os recém-licenciados é que não tenham medo do que vos espera. Irão fazer muitas asneiras, irão falhar mas também irão ter sucesso. O maior receio que devem ter é a estagnação.