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Archive for July, 2011

As Melhores Séries de TV no IMDb

28 Jul

Julgo que o Top dos Melhores 250 filmes no IMDb é do conhecimento geral da maior parte das pessoas. Há muito que procurava um top igual mas com as séries de  TV e nunca encontrei nada. Eis que um dia destes, sem grande esforço ou atenção, descobri mesmo no menu principal o Top das Melhores Séries de TV no IMDb.

Curioso o Firefly estar no top 5, visto que foi uma série cancelada prematuramente mas com muito potencial. Também achei engraçado o the Wire estar na segunda posição. É uma série boa sem dúvida, principalmente para o tempo dela. Concordando ou não com algumas posições das séries que já vi, não deixa de ser uma bela lista.

 

Lua de Mel – Dia 8 – Barcelona

27 Jul

Várias pessoas nos disseram que deveríamos tirar uns dias só para conhecer Barcelona. Eu estranhava, afinal que é que Barcelona teria assim tão de especial? A verdade é que logo no primeiro dia reparámos que esta cidade tinha uma beleza muito especial.

No primeiro dia encontrámos uns quiosques de venda de bilhetes para aqueles BUS turísticos descapotáveis. Apanhámos dois panfletos e levámos para o cruzeiro para investigar. No dia em que saímos do cruzeiro, estávamos despachados cá fora às 9h30 e só tínhamos avião às 18h.

Então aproveitámos e comprámos bilhete. Diga-se que com 30 kg de bagagem tínhamos algumas limitações, pelo que não conseguimos sair nos sítios que preferíamos (como eu gostava de ter ido àquele aquário onde passamos por debaixo dos tubarões…).

Ainda assim tivemos 4h30 a passear no autocarro, o que deu para ver praticamente Barcelona inteira. E não deu para tudo.

Mesmo andando de autocarro, foi um dia muito cansativo, mas até rendeu. Conseguimos dar uma volta geral a Barcelona enquanto esperávamos pelo avião. Na verdade já estávamos com saudades de casa e com vontade de voltar. Felizmente correu tudo bem e tivemos uma lua de mel em cheio.

 
 

Lua de Mel – Dia 7 – Navegação

26 Jul

Com a lua de mel praticamente no fim, tivemos o último dia reservado a um dia de navegação, onde poderíamos aproveitar para gozar todas as mordomias do cruzeiro. Tivemos azar, muito azar. O mar estava tão agitado que não deu para aproveitar praticamente nada. Eu já enjoei algumas vezes no mergulho, mas naquele dia o barco estava intragável.

Para ter uma ideia, era complicado andar em linha reta. Houve muita gente que passou o dia a vomitar. Nós não passámos por isso mas ficámos o dia todo meio zonzos. Foi um dia para descansar, e pelo menos deu para estar a apanhar sol na piscina e assistir às várias atividades proporcionadas pela animação do cruzeiro.

No fim do dia ainda tivemos um espectáculo em honra do Michael Jackson muito giro. Depois foi deitar, que o dia seguinte iria ser em grande.

 
 

Lua de Mel – Dia 6 – Cagliari

21 Jul

Ao sexto dia tivemos finalmente uma manhã de descanso, que aproveitámos para dormir até mais tarde e recuperar dos dias anteriores. De tarde parámos em Cagliari, na Sardenha. Havia duas excursões mas nenhuma delas nos apelou. Não conhecíamos os sítios algo e era só ver umas ruínas simples. Decidimos então desembarcar por nossa conta.

Nesse dia estava muito vento, mas mesmo muito vento. Ao sair dirigimo-nos a um ponto de turismo que prontamente nos indicou um autocarro para a praia. Por cerca de 4€ por pessoa lá fizemos a viagem de 15 min até à praia, passando por um estuário cheio de flamingos que infelizmente não consegui fotografar.

Estava muito vendo mas ainda deu para aproveitar a praia, que é muito bonita. Com água muito quentinha, foi muito agradável ver a minha mulher a tirar partido das aulas de natação que teve durante este ano.

Depois voltámos e passeámos pelas ruas à procura de recuerdos. Cagliari parece ser uma cidade muito calma e praticamente não encontrámos comércio. É capaz de ser boa escolha para umas férias mais calmas com praia à mistura.

Voltámos ao barco após uma tarde muito agradável. O próximo dia, seria todo de navegação e contávamos usufruir do cruzeiro.

 
 

Lua de Mel – Dia 5 – Ilha de Capri

19 Jul

No quinto dia parámos em Nápoles. Havia muitas excursões para experimentar, mas tinham-nos aconselhado Capri e a Gruta Branca. Foi essa a excursão que escolhemos. Depois de Florença e Roma ia saber bem ter um pouco de natureza. Esta excursão também foi de manhã, mas pelo menos não tivemos de madrugar. Em Nápoles apanhámos um barco até à ilha de Capri que ainda demorou uns 50m a lá chegar.

Quando chegámos, apanhámos outro barco mais pequeno para dar uma volta à ilha e ir ver a gruta branca. É uma ilha muito bonita e com uma água espantosa e só me apetecia ir dar um mergulho. Ainda assim estava à espera de entrar na gruta branca, mas só ficámos à porta, o que soube a muito pouco.

Depois fomos passar neste arco aqui acima. Diz a lenda que se um casal se for a beijar enquanto passa por aquele arco que terá amor eterno. Claro que nós cumprimos à risca durante os quase 3m que demorou a travessia.

Já de volta ao porto, fomos apanhar o funiculari, que é uma espécie de elevador que nos levou do porto ao centro de Capri. Capri é uma cidade muito pequena, mas cheia de comércio e turistas. Já na parte central dirigimo-nos a um jardim muito bonito e com uma vista espetacular.

Por essa altura também ficámos com o tempo livre. Voltámos logo ao porto e fomos procurar a praia.

A praia é muito bonita, mas algo chata. Em vez de areia tem pedras, o que a torna de acesso muito complicado à água. Mas a água é quentinha e muito bonita. Penso que aqui também não valeu a excursão. Se fosse hoje tinha apanhado o barco e passeado pela ilha sozinho, acabando à vontade na praia. É que ir à gruta branca para não ver nada ficou-me mesmo entalado.

 
 

Lisboa-Alenquer em Bicicleta

18 Jul

Sempre quis fazer uma passeio de bicicleta mais a sério e mais longo. Na minha despedida de solteiro quando estávamos a falar de possíveis coisas a fazer, soltei baixinho e a medo um: “E que tal irmos de bicicleta até Alenquer?”. Costumamos ir várias vezes a Alenquer passar uns dias a casa do meu cunhado. A 60 km de Lisboa, parecia-me um desafio interessante. Não o esperava, mas pouco tempo depois já tinham criado um evento no Facebook e começou-se a tratar da logística.

Ainda fomos cinco a arriscar, sendo que dois dos meus amigos não tinham experiência com a bicicleta, pelo que para eles foi mais complicado.

Começámos em Lisboa, perto de uma ciclovia que nos levaria até à Expo. Partimos 4, em busca do quinto elemento. As meninas coitadas tiveram de acordar mais cedo para nos ir levar. Quando chegámos, toca a montar as bicicletas e a preparar tudo. Todos levávamos água e umas barritas para comer. Eu levei água e uma bebida energética. E tinha comido uma banana de manhã. Não fazia ideia se seria suficiente.

O percurso de cerca de 20 km até à Póvoa de Santa Iria, onde apanhámos o quinto elemento, foi muito pacífico, praticamente sempre descer. Subimos a Avenida do Brasil e depois descemos pelos Olivais até ao Parque das Nações, onde seguimos à beira mar até apanhar a N10 até Santa Iria.

Chegámos e parámos numa bomba à espera dele. Foi mesmo a jeito para ir fazer um xixi e comer uma barrita. Nesta altura já estávamos bem aquecidos e já tínhamos 1/3 do caminho realizado.

Partimos então rumo a Alenquer, sempre pelas estradas nacionais. Este percurso é relativamente fácil e acessível, mas os nossos companheiros menos habituados não conseguiam um ritmo mais forte, pelo que fomos sempre num ritmo suave em passeio.

Quando chegámos a Alhandra aproveitámos o passeio ribeirinho, com uma vista muito bonita. Eu não conhecia nada daquilo, mas gostei imenso. O caminho não tinha era saída e tivemos de apanhar um elevador para passar a linha do comboio. Como o elevador era pequeno e nós somos muito machos, toca a pegar nas bicicletas e subir 4 andares com elas às costas.

Depois para descer já não tivemos esta vontade toda e viemos todos ao molho no elevador. É que as bicicletas não são propriamente leves. Depois do elevador tínhamos logo uma parte com uns repuxos que fazia um túnel. Nós, claro, decidimos passar por lá. Eu ia muito bem quando noto que a fachada de água estava a vir abaixo. Pois é, dois de nós ainda se safaram, mas os outros ficaram super molhados, inclusive eu.

Seguimos então até Vila Franca de Xira, onde tivemos a primeira complicação mecânica. O pneu de um dos meus amigos literalmente rebentou e de forma bem estrondosa. Bem, não foi o pneu, foi a câmara de ar. Parámos para arranjar o pneu um pouco e foi num instante. Ainda assim o pneu ficou lá com uma parte mais frágil que poderia causar problemas novamente, mas felizmente não houve mais problemas com o pneu.

Quase a chegar a Alenquer tivemos a primeira baixa. Aquele de nós que tinha menos preparação não conseguiu mais e encostou às boxes. Mesmo assim ainda fez quase 25 km. Nada mau! Nessa altura decidimos começar a aumentar o ritmo e começámos a rolar a praticamente o dobro da velocidade.

Mas pouco tempo depois tivemos a segunda baixa. O meu cunhado que já estava com ameaça de caimbrãs há algum tempo também decidiu parar, isto já em Alenquer.

Nós sabíamos que os 10 km que faltavam seriam os mais complexos e só já éramos 3. Também o percurso mais bonito, já que entrámos na zona verde, recheada de vinhas, do caminho do vinho do Oeste.

A altimetria complicou mas tentámos sempre ir a um bom ritmo. Eu em especial cheguei a esta altura ainda com energia e forcei ao máximo. Os treinos na Boba têm resultado, já que estava a conseguir fazer tudo sem dificuldades, mas por vezes com esforço. Ainda fiz uma ou outra subida em ritmo elevado.

Quando chegámos, as nossas meninas tinham preparado uma surpresa. Tínhamos uns balões à entrada e fomos premiados com umas medalhas muito engraçadas que elas fizeram, com o nosso nome e a descrição do dia, que fizeram de umas tampas. Tal como a foto indica, houve até alguém que levou banho de champagne.

Penso que foi um passeio espetacular e sei que eles também gostaram. Os menos habituados às bicicletas sofreram imenso, especialmente do rabo. Temos agora de procurar alguns passeios mais fáceis para os habituar, para depois pensar assim em passeios mais complexos. Eu fiquei muito agradado com o meu desempenho. Fiquei algo dorido do rabo, mas até fiquei pior foi das mãos. Em termos de líquidos nem precisei de muitos e o que comi bastou. Só senti falta foi de uns óculos para me proteger do vento e das poeiras. Felizmente que não teve muito sol, apesar de ainda termos apanhado muito vento chato de frente.

Para o almoço, um super esparguete à bolonhesa. Para a tarde, o descanso merecido.

 

Novidades da “Horta”

15 Jul

Há uns dias comprámos mais umas coisas para a nossa horta. Nomeadamente um tomateiro de tomate cherry (lycopersicum esculentum) e uma planta de malaguetas (capsicum annuum). Já há malaguetas e até já experimentei uma num cozinhado no wok e ficou com um sabor picante mesmo à medida. A ideia é ter sempre destas coisas a jeito sem ter de comprar. Já me aconteceu comprar malaguetas e não conseguir usar todas. Assim pelo menos duram muito mais tempo. Também consigo aproveitar a água que poupo nos banhos para regrar estas plantas todas.

Outra planta que está de muito boa saúde é o manjerico que ganhei na Corrida de Santo António. Já tive de trocar o vaso e tudo de tanto que ele cresceu. Já dá flor e basta estar a 1 metro que sinto logo o cheiro.

 

Lua de Mel – Dia 4 – Roma

12 Jul

O quarto dia do cruzeiro foi dedicado a Roma, la città eterna. Confesso que era o dia que eu mais ansiava, já que gosto muito da história romana. Ir ver o Coliseo seria o ponto alto do dia. Mas o certo é que não sabia de mais nada, não tinha ideia do que iríamos ver mais. Escolhemos a excursão roma monumental exatamente para ir ver o máximo possível, sendo que desta forma não iríamos ver nada do Vaticano. O dia começou bem cedo, tivemos de acordar às 6h da manhã. Desta vez fui prevenido com merenda e garrafas de água, para não passar sede como em Florença.

A viagem do porto em Civitavecchia até Roma ainda foi longa. O primeiro monumento que vimos foi logo esta pirâmide na foto acima. Nesta altura dirigíamo-nos às catacumbas e eu sinceramente não sabia o que esperar. Mas já estava equipado com um rádio e phones que deram para ouvirmos os guias, com a minha mochila pesada e com a máquina fotográfica sempre à mão.

Foi muito interessante ir ver as catacumbas, especialmente devido a um guia muito porreiro que explicou várias coisas. É que Roma tem cerca de 17 km de catacumba. É uma das razões porque é tão complicado fazerem metro por lá. Antigamente era um dever cívico de um romano ser enterrado. Mas eles tinham pouco espaço à superfície. Então começaram a escavar para baixo. Fomos visitar uma necrópole com cinco andares! Algo espantoso tendo em conta os recursos que eles tinham na altura. Como nota interessante, era normal ver os buracos para as sepulturas muito pequenos. O guia disse que quando vemos os filmes atuais de Roma e gladiadores, não temos noção que a altura média de um romano era 1m60. Outra coisa que nunca é retratada com realidade, é que sempre que vemos este tipo de túneis, o pessoal anda todo de tochas. Mas nestes casos o oxigénio é um bem muito precioso que não pode ser gasto daquela maneira.

O destino seguinte era o Colosseo. Cheio de gente por todos os lados, foi espantoso andar lá por pé. Claro que eu queria era ir lá dentro, mas segundo o programa da excursão não havia tempo para isso. Acho que foi aquela coisa que faltou neste dia. Ainda assim deu para tirar várias fotos e ainda ver lá algumas pessoas vestidas a rigor de romano para cobrar umas fotos. Nesta altura a guia contou uma coisa engraçada… disse ela que há uns temos um senhor dos states lhe perguntou onde é que eles guardavam os romanos antigos… pensava ele que eles tinham reservas como eles têm com os índios nos states

Aqui acima vemos o forum romano, todo aos pedaços. Este forum é muito perto do coliseu. Nesta avenida havia também muitas estátuas. Como Florença tem catedrais, parece que Roma tem estátuas e monumentos.

Este monumento foi um dos mais giros e mais imponentes que visitei. Nunca tinha ouvido falar dele, também por ter um nome grande. É o il Monumento nazionale a Vittorio Emanuele II. Estava muito bem guardado e era proibido sentar nas escadas ou aproximar de certas estátuas. Impressionante.

O ponto seguinte foi a famosa Fontana di Trevi. Esta praça estava apinhada de gente e quase que tive de bater a uma velhinha para me aproximar da água. Contam as lendas que temos com a mão direita de atirar uma moeda pelo lado esquerdo do pescoço, de costas. Não importa a quantidade monetária. Se enviarmos uma moeda, é pedir para voltar um dia a esta fonte. Se mandarmos duas é para casar e três para divorciar. Nós mandámos uma. Esta zona é muito bonita, só é pena toda a confusão que se faz sentir.

Entretanto chega o tempo livre. Pegámos no mapa que nos deram e vimos que ali ao pé da fonte de Trevi estava o Pantheon. Confesso que não sabia bem qual era este monumento mas que me soava muito bem, pelo que demos corda aos sapatos e lá fomos à aventura por Roma. Na verdade o monumento não estava muito longe, entrámos e visitámos tudo com tempo de sobra.

Enquanto passeávamos pelas ruas de Roma o que não faltava era artistas de rua à procura de uns trocos. Um dos artistas era este rapaz que fazia quadros com tintas em spray. A minha mulher ficou apaixonada mas eu torci logo o nariz com o meu ar rabugento. A verdade é que depois me arrependi de não lhe ter trazido o quadro.

Andámos a passear de rua em rua, debaixo de um sol escaldante e o ponto de encontro era a praça da imagem anterior. Chegámos lá já completamente cansados e suados de tanto andar. Sentámo-nos a descansar enquanto esperávamos pela guia. É engraçado que adorei ver todos os monumentos de Roma, mas não gostei muito de Roma como cidade. É uma cidade caótica em termos de trânsito. Oiço sempre que os portugueses não têm civismo nem sabem conduzir, mas de todos as cidades estrangeiras onde já estive, os portugueses ficam a milhas! Tirando Frankfurt.

Na ida para o barco o motorista ainda fez o favor de passar pela Basilica di San Pietro, no Vaticano. É a maior catedral do mundo.

Foi um dia em cheio, ma se soubesse o que sei hoje não teria ido em excursão. Apesar de nos ter levado aos cantos principais e ter dado alguma cultura geral interessante, a excursão é muito limitativa. Temos de andar a uma velocidade mais baixa e depois não podemos investir no que queremos. Fosse hoje, teria feito Roma a su air, em que basicamente nos deixavam e apanhavam algures em Roma, e nós tínhamos palmilhado tudo a nosso gosto. Não iria faltar ver o Coliseu por dentro!

No final do dia, aquelas pilhas que comprei em Nice e que tinha colocado hoje já tinham acabado… raio de pilhas francesas! Voltei a colocar as pilhas do continente, que apesar de indicarem carga fraca há três dias, ainda funcionava.

 
 

ASUS G73SW

11 Jul

Quem me conhece sabe que eu sou muito tio patinhas no que toca a comprar gadjets e afins. Aguentei o meu portátil antigo mais de seis anos, mas agora já começava a prejudicar seriamente a minha produtividade. O meu portátil antigo era um Tsunami não sei quê, Centrino 1.7mhz com 1 gb de RAM. Para os dias de hoje ainda servia para ir à internet, mas pouco mais que isso. Há até dispositivos móveis mais potentes.

Apesar de ser um informático, não estou por dentro destes mundos. Então quando decidimos que eu precisava de um computador novo pedi aos meus amigos para me procurarem alguma coisa adequada. Chegou-me às mãos a sugestão do ASUS G73SW, que consegui com um preço brutal. Este computador é indicado para jogos, embora o seu uso vá ser mais para trabalhar. Ainda assim queria uma máquina para durar mais seis anos, e espero que esta cumpra o seu dever. Tem como características:

  • Processador: Intel® Core™ i7-2630QM
  • Display: 17.3″ 16:9 Full HD (1920 x 1080) LED Backlit
  • Memória: 8GB (4GB + 4GB) DDR3 1333MHz
  • Placa Gráfica: NVIDIA® GeForce® GTX 460M 1.5GB GDDR5 VRAM
  • Disco Rígido: 1TB (500GB + 500GB) 7200RPM SSH SATA
  • Drive Óptica: DVDRW Supermulti
  • Comunicações:
    • Gigabit LAN
    • Wifi b/g/n
    • Bluetooth
  • Som & Colunas:
    • Colunas Incorporadas
    • SubWoofer Incorporado
    • EAX Advanced HD 5.0
    • THX TruStudio
  • Portas & Baías:
    • 1 x HDMI
    • 1 x LAN RJ-45
    • 1 x USB 3.0
    • 3 x USB 2.0
    • 1 x Jack Microfone
    • 1 x Jack Auscultadores
    • Leitor de Cartões 5 em 1: SDXC, MS, MS Pro, MS Duo, MMC
  • Chipset: Intel® HM65 Express
  • Bateria: 8 Células
  • Dimensões & Peso:
    • Dimensões: 41.5 x 32.0 x 1.89 cm
    • Peso: 3.85 Kg
  • Sistema Operativo: Windows 7 Premium 64Bits
  • Características:
    • WebCam 2.0 Mega Pixel

Muitas destas coisas são chinês para mim, mas pelo menos sei que o processador, os discos e a ram é tudo bom. Talvez daqui a uns meses complete a ram para os 16Gb para completar a máquina de combate. Como portátil, esta máquina é um pouco grande. Mas era isso que eu pretendia. A ideia não é andar com a máquina às costas, porque não preciso, mas também preciso de ter alguma mobilidade. Contento-me com este formato transportável mas que me dá mais potência e uma área de trabalho maior. É ideal para o meu ambiente de trabalho.

É estranho estar ao volante de uma máquina destas depois de tanto tempo com o meu velhinho lentinho.  Tirando o lógico de ser tudo mais rápido, ainda só não me habituei bem à nova resolução, pois fico com os textos mais pequenos e também ainda não me habituei ao novo layout do teclado. Mas é uma questão de tempo.

Em termos de material, é tudo muito fashion. A parte onde coloco as mãos enquanto escrevo tem um material macio e confortável. Aliás, é quase tudo nesse material. Já li que o formato do portátil foi otimizado para não aquecer nesta parte onde colocamos as mãos Até agora confirmo, embora ainda não tenha puxado bem por ele.

Estou contente com a máquina e espero que se porte bem e que seja uma bela aliada de futuro. Confesso que fiquei com muito boa impressão da ASUS. Até o rato e a mala de portátil de oferta são de muito boa qualidade e encaixam mesmo à medida nos meus gostos.

Agora é altura de começar a instalar e a configurar tudo o que preciso…

 

Lua de Mel – Dia 3 – Florença e Pisa

08 Jul

O terceiro dia de cruzeiro foi dedicado a Florença e à torre de Pisa. Tivemos de madrugar para participar nesta excursão e confesso que fomos mal preparados. Não levámos água nem nada de comer. Se a comida não fez falta, a água fez imensa falta. Mas soubemos que poderíamos ter levado água do cruzeiro.

Florença foi a minha cidade favorita em toda a Lua de Mel. É uma cidade linda e um polo cultural de um nível superior. Basta ver que viveram por lá uns tipos como Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Galileu, entre muitos outros. Ah, o Pinóquio também vem daqui. Algo que salta à vista em Florença é a arquitetura. Parece que todos os edifícios foram feitos para competir. Para as famílias competirem para ver quem seria mais rico e com melhor gosto. Eu especialmente, adorei a catedral de Santa Maria de Fiore. É uma coisa imponente.

Mas o que não falta em Florença são catedrais. Dá a sensação que a cada esquina há uma nova, mais bonita e trabalhada que a anterior. A parte da manhã foi toda gasta a percorrer as ruas centrais de Florença, sempre com um guia que ia fazendo o relato histórico.

Fomos deixados aqui nesta praça acima para ter tempo livre. Esta praça além de ser muito gira e com mais uma catedral, também tinha montado um mini estádio. Era para a competição Calcio in Costume. Um desporto sangrento que é uma mescla de futebol e outras coisas. Esta competição tem como interesse que os atletas têm de estar fardados com roupa de antigamente.

Queríamos ter pelo menos um almoço por Itália e aproveitámos para ir a um restaurante indicado pela guia. A minha mulher comeu esparguete carbonara e eu uma pizza. Já me tinham dito que as pizzas em Itália não eram nada de especial, mas indo a Itália tinha de ver com os meus próprios olhos. A minha pizza estava com a cobertura interessante, mas a massa dececionou-me imenso. Era tão fina como uma folha de papel. E a parte exterior da pizza estava bem dura, como aquelas pizzas do Pingo Doce que aquecemos no forno.

Mas até foi uma boa refeição e gostei imenso de estar com a minha mulher a almoçar num sítio tão bonito e romântico. O preço foi 20€, o que nem é descabido. Depois do almoço aproveitámos para passear pelas ruas de Florença, onde vimos muitas bicicletas pelas ruas. Algumas bem antigas e bonitas. Só é pena o mar de gente que havia em todo o lado, mas que é compreensível tendo em conta o sítio onde estávamos. Também aproveitámos para levantar dinheiro, naqueles ATMs foleiros deles.

Depois do tempo livre rumámos a Pisa para ver a famosa torre de Pisa. Por esta altura ainda estava com as pilhas do continente na máquina e nunca mais acabavam. Bolas, a máquina já dizia que estava sem bateria há 3 dias mas continuava a funcionar na perfeição!

Pisa é mais um mar de gente e muita confusão. Mais uma vez têm de ter lá duas catedrais para fazer companhia à torre. Tirámos as fotos da praxe, comigo a empurrar a torre, com ela a segurar a torre, por aí fora. Nesta altura já estávamos muito carentes de água, mas era tudo muito caro. Havia lá tantos tipos a vender cenas da tanga, não havia um que se lembrasse de vender garrafas de água a 50 cents… fazia um dinheirão.

Chegámos ao barco completamente KOs da Silva. Foi um dia cansativo, sempre a palmilhar, mas completamente em cheio. Florença entra assim para o meu top de cidades!